{"id":6048,"date":"2018-08-10T14:25:08","date_gmt":"2018-08-10T17:25:08","guid":{"rendered":"https:\/\/meusitejuridico.com.br\/?p=6048"},"modified":"2018-08-10T14:25:08","modified_gmt":"2018-08-10T17:25:08","slug":"uma-necessaria-releitura-principio-dubio-pro-reo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webmail.meusitejuridico.com.br\/2018\/08\/10\/uma-necessaria-releitura-principio-dubio-pro-reo\/","title":{"rendered":"Uma necess\u00e1ria releitura do princ\u00edpio in dubio pro reo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/play.google.com\/store\/apps\/details?id=com.app.meuappjuridico&amp;hl=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-4610 size-medium\" src=\"https:\/\/s3.meusitejuridico.com.br\/2018\/02\/3cdb1249-banner-app-300x166.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/webmail.meusitejuridico.com.br\/s.meusitejuridico\/2018\/02\/3cdb1249-banner-app-300x166.jpeg 300w, https:\/\/webmail.meusitejuridico.com.br\/s.meusitejuridico\/2018\/02\/3cdb1249-banner-app-768x424.jpeg 768w, https:\/\/webmail.meusitejuridico.com.br\/s.meusitejuridico\/2018\/02\/3cdb1249-banner-app-1024x566.jpeg 1024w, https:\/\/webmail.meusitejuridico.com.br\/s.meusitejuridico\/2018\/02\/3cdb1249-banner-app-80x44.jpeg 80w, https:\/\/webmail.meusitejuridico.com.br\/s.meusitejuridico\/2018\/02\/3cdb1249-banner-app.jpeg 1140w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Oriundo do Direito Anglo-Sax\u00e3o, o <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>standard<span style='width: 180px; '  >Para maior aprofundamento sobre o tema, vide nosso artigo \u201cO standard de prova para condena\u00e7\u00e3o no processo penal: prova al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel (proof beyond a reasonable doubt)\u201d, no prelo.<\/span><\/a><strong>\u00a0de prova <em>beyond a reasonable doubt <\/em>(al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel) constitui o crit\u00e9rio atualmente mais aceito, no \u00e2mbito do processo penal, para se proferir um julgamento justo (<em>fair trial<\/em>)<\/strong>. Al\u00e9m do mais, tal <em>standard <\/em><strong>conduz \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o mais l\u00facida e adequada do princ\u00edpio <em>in dubio pro reo. <\/em><\/strong>Ali\u00e1s, j\u00e1 passou da hora de se fazer uma releitura honesta deste princ\u00edpio.<\/p>\n<p>Conforme o <em>standard<\/em> de prova <em>beyond a reasonable doubt<\/em>, <strong>havendo prova al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel da culpabilidade do r\u00e9u, \u00e9 o que basta para a prola\u00e7\u00e3o de uma senten\u00e7a condenat\u00f3ria<\/strong>, sendo certo, tamb\u00e9m, <strong>que tal d\u00favida razo\u00e1vel deve ser valorada de acordo com as dificuldades probat\u00f3rias<\/strong> do caso concreto <strong>e, tamb\u00e9m, em fun\u00e7\u00e3o do delito<\/strong> <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>praticado<span style='width: 180px; '  >Nesse sentido, por todos: DELTAN MARTINAZZO DALLAGNOL (As l\u00f3gicas das provas no processo. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015, p. 272) e JORDI FERRER BELTR\u00c1N (La valoraci\u00f3n racional de la prueba. Madrid: Marcial Pons, 2007, p. 140).<\/span><\/a>.<\/p>\n<p>Observa-se que pelo referido <em>standard <\/em>de prova <strong>apenas a d\u00favida que seja razo\u00e1vel<\/strong> \u2013 <strong>e n\u00e3o qualquer simples d\u00favida<\/strong> \u2013 <strong>afasta a condena\u00e7\u00e3o<\/strong>, <strong>e \u00e9 sob essa \u00f3tica que deve ser compreendido o princ\u00edpio do <em>in dubio pro reo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Consoante <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>ANTHONY MORANO<span style='width: 180px; '  >Apud G\u00d3MEZ COLOMER, Juan-Luis e outros. Introducci\u00f3n al proceso penal federal de los Estados Unidos de Norteam\u00e9rica. Valencia: Tirant lo Blanch, 2013, p. 351.<\/span><\/a>, <strong>a exig\u00eancia da d\u00favida razo\u00e1vel surgiu justamente para evitar decis\u00f5es absolut\u00f3rias baseadas em d\u00favidas irracionais ou il\u00f3gicas<\/strong>, o que n\u00e3o deixa de ser uma forma de se tutelar os interesses maiores da sociedade, no sentido de se punir aquele que praticou um crime.<\/p>\n<p>Assim, como bem preleciona <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>KLAUS VOLK<span style='width: 180px; '  >Curso fundamental de Derecho Procesal Penal. Buenos Aires: Hammurabi, 2016, p. 387.<\/span><\/a>, Prof. Em\u00e9rito da Universidade Ludwig-Maximiliams de Munique, <em>\u201c<strong>as d\u00favidas te\u00f3rico-abstratas persistem sempre e n\u00e3o habilitam o juiz a aplicar o in dubio pro reo<\/strong>\u201d. <\/em>Ou nas palavras de <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>ALEX STEIN<span style='width: 180px; '  >Apud GOMES, M\u00e1rcio Schlee. A prova indici\u00e1ria no crime de homic\u00eddio. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2016, p. 218.<\/span><\/a>, professor visitante na <em>Harvard Law School, \u201c<strong>o acusado n\u00e3o se beneficia de qualquer tipo de d\u00favida<\/strong>\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Assim tem entendido a <strong>Suprema Corte Alem\u00e3<\/strong>, ao decidir <em>que \u201c<strong>as d\u00favidas poss\u00edveis apenas teoricamente n\u00e3o conduzem a uma absolvi\u00e7\u00e3o<\/strong> (<a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>BGH NStZ 91, 399<span style='width: 180px; '  >Apud ROXIN, Claus. Derecho Procesal Penal. Buenos Aires: Editores del Puerto, 2000, p. 104-105.<\/span><\/a>)\u201d<\/em><em>.<\/em><\/p>\n<p><strong>A Suprema Corte dos EUA<\/strong>, no caso <em>\u201c<a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>Sandoval v. California<span style='width: 180px; '  >DALLAGNOL, Deltan Martinazzo. Op. cit., p. 269.<\/span><\/a>\u201d<\/em>, 511 U.S. 1, 6 (1994), tamb\u00e9m decidiu que <strong>uma simples d\u00favida poss\u00edvel n\u00e3o enseja a absolvi\u00e7\u00e3o<\/strong>. Ou seja, a <em>\u201cprova pode gerar uma condena\u00e7\u00e3o mesmo quando n\u00e3o s\u00e3o afastadas as d\u00favidas meramente poss\u00edveis\u201d<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Nosso Supremo Tribunal Federal<\/strong>, no <strong><em>\u201ccaso do Mensal\u00e3o\u201d<\/em><\/strong>,\u00a0 decidiu que <em>\u201c<strong>toda vez que as d\u00favidas que surjam das alega\u00e7\u00f5es de defesa e das provas favor\u00e1veis \u00e0 vers\u00e3o dos acusados n\u00e3o forem razo\u00e1veis, n\u00e3o forem cr\u00edveis diante das demais provas, pode haver condena\u00e7\u00e3o <\/strong><\/em>(trecho do voto do Ministro LUIZ FUX, na APN n\u00b0 470\/MG, Rel. Min. Joaquim Barbosa, Tribunal Pleno, Dje de 22.4.2013).<\/p>\n<p>E assim o deve ser, pois consoante j\u00e1 advertia o eminente decano da Faculdade de Direito da Universidade de Heidelberg\/Alemanha, <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>CARL J. A. MITTERMAIER<span style='width: 180px; '  >Tratado de la prueba en materia criminal. Madrid: Reus, 1979, p. 75.<\/span><\/a>, no long\u00ednquo ano de 1834, <strong><em>\u201csempre a imagina\u00e7\u00e3o fecunda do c\u00e9tico, lan\u00e7ando-se ao poss\u00edvel, inventar\u00e1 cem motivos de d\u00favida<\/em><\/strong><em>\u201d<\/em>. Dessa forma, recusar a se <em>\u201cadmitir a certeza <\/em>(pessoal)<em> sempre que se possa imaginar uma hip\u00f3tese contr\u00e1ria, <strong>faria impune os maiores criminosos e, por conseguinte, a anarquia se introduziria fatalmente na sociedade<\/strong>\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Sobre o tema, mostra-se bastante pertinente o entendimento de <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>JORDI NIEVA FENOLL<span style='width: 180px; '  >La duda en el proceso penal. Madrid: Marcial Pons, 2013, p. 160-167.<\/span><\/a>. Este destacado professor catedr\u00e1tico espanhol, em obra espec\u00edfica sobre o assunto, <strong>questiona se no caso de persist\u00eancia da d\u00favida deve o r\u00e9u ser inocentado<\/strong>, como preconiza, em tese, o ordenamento jur\u00eddico, <strong>ou deve ser julgado culpado<\/strong>, como v\u00e1rias vezes requer a sociedade. Em resposta, <strong>afirma, de plano, que a d\u00favida, por menor que seja, seguir\u00e1 sempre existindo<\/strong>. Adiante, aduz que, em realidade, qualquer juiz se conforma com uma <strong>probabilidade preponderante<\/strong>, seja de culpabilidade, seja de inoc\u00eancia. Logo, nunca estar\u00e1 totalmente seguro, cem por cento, de quase nada. Sendo assim, <strong>se o acusado tiver probabilidades fundamentadas de ser culpado, n\u00e3o ser\u00e1 absolvido, apesar da secular admoesta\u00e7\u00e3o <em>in dubio pro reo<\/em><\/strong><em>. <\/em>A raz\u00e3o \u00e9 que a d\u00favida sempre existe, em maior ou menor medida. Dessa forma, afirma <strong>que a situa\u00e7\u00e3o de d\u00favida se resolve em favor da probabilidade preponderante, seja de inoc\u00eancia, seja de culpa, segundo o resultado das provas<\/strong>. Enfim, <strong>em caso de incerteza, n\u00e3o se deve aplicar nenhuma regra radical (p. ex., na d\u00favida sempre se absolve), mas sim deve se considerar provada a hip\u00f3tese que, apesar de tudo, conte com maiores elementos de prova que possam fundament\u00e1-la cientificamente<\/strong>.<\/p>\n<p>Como se percebe, sua linha de entendimento, apesar de fazer uso de terminologia espec\u00edfica (\u201cprobabilidade preponderante\u201d, inclusive nas hip\u00f3teses de d\u00favida), vai ao encontro da tese aqui sustentada, qual seja, a da exig\u00eancia de d\u00favida razo\u00e1vel para justificar a prola\u00e7\u00e3o de uma senten\u00e7a absolut\u00f3ria, <strong>afastando, assim, o falso dogma, mas muito utilizado pela defesa do acusado, no sentido de que toda e qualquer d\u00favida deve ensejar a absolvi\u00e7\u00e3o do r\u00e9u<\/strong>.<\/p>\n<p>Em conclus\u00e3o, para o adequado funcionamento da Justi\u00e7a Criminal, que pressup\u00f5e a aus\u00eancia ou pelo menos a redu\u00e7\u00e3o da impunidade, <strong>deve o princ\u00edpio <em>in dubio pro reo <\/em>ser lido com mais rigor<\/strong>. Vale dizer, <strong>n\u00e3o \u00e9 qualquer mera, simples e poss\u00edvel d\u00favida, ou a d\u00favida inconsistente, fantasiosa, imagin\u00e1ria, te\u00f3rica, abstrata ou meramente ret\u00f3rica que enseja a absolvi\u00e7\u00e3o do r\u00e9u<\/strong>. Se assim o fosse, praticamente nunca o juiz se sentiria apto a condenar, pois de quase tudo se pode duvidar, ainda mais no <strong>\u00e2mbito das provas<\/strong>, que embora busque a reconstru\u00e7\u00e3o de um fato passado, <strong>revelar\u00e1 apenas uma verdade pr\u00f3xima \u00e0 realidade do evento que ocorreu<\/strong>. Dito de outro modo, <strong>\u00a0t\u00e3o-somente uma verdade aproximativa (ou <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>prov\u00e1vel<span style='width: 180px; '  >Assim, por todos: LUIGI FERRAJOLI (Direito e Raz\u00e3o \u2013 teoria do garantismo penal. S\u00e3o Paulo: RT, 2014, p. 52\/53) e MARCELLUS POLASTRI LIMA (A chamada verdade real: sua evolu\u00e7\u00e3o e o convencimento judicial in Verdade e Prova no Processo Penal. Coord. Fl\u00e1vio Cardoso Pereira. Bras\u00edlia: Gazeta Jur\u00eddica, 2016, p. 233-237).<\/span><\/a>) \u00e9 que se mostra poss\u00edvel de se alcan\u00e7ar no processo penal<\/strong>. Sendo assim, para ser ter um julgamento que prestigie n\u00e3o s\u00f3 a efetividade da Justi\u00e7a Criminal, mas tamb\u00e9m a l\u00f3gica da probabilidade que impera no contexto das <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>provas<span style='width: 180px; '  >Nesse sentido, p. ex.: VOLK, Klaus. La verdad sobre la verdad y otros estudios. Buenos Aires: Ad-Hoc, 2007, p. 108-109;  NIEVA FENOLL, Jordi. La duda en el proceso penal. Madrid: Marcial Pons, 2013, p. 163; ANDERSON, Terence; SCHUM, David e TWINING, Willian. An\u00e1lisis de la prueba. Madrid: Marcial Pons, 2015, 303-304 etc. Vide, tamb\u00e9m, o nosso artigo \u201cDesmistificando alguns dogmas do processo penal (verdade real, certeza absoluta e in dubio pro reo). Em defesa de um novo paradigma: a probabilidade e o standard de prova para condena\u00e7\u00e3o no processo penal (standard beyond a reasonable doubt \u2013 al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel)\u201d, no prelo.<\/span><\/a>, <strong>apenas a d\u00favida justa, s\u00e9ria, honesta, real e substancial, baseada na raz\u00e3o e nas provas, enfim, apenas a d\u00favida razo\u00e1vel \u00e9 que pode respaldar uma senten\u00e7a absolut\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/p>\n<p>ANDERSON, Terence; SCHUM, David e TWINING, Willian. <em>An\u00e1lisis de la prueba. <\/em>Madrid: Marcial Pons, 2015<\/p>\n<p>DALLAGNOL, Deltan Martinazzo. <em>As l\u00f3gicas das provas no processo. <\/em>Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015<\/p>\n<p>FERRAJOLI, Luigi. <em>Direito e Raz\u00e3o \u2013 teoria do garantismo penal<\/em>. S\u00e3o Paulo: RT, 2014<\/p>\n<p>FERRER BELTR\u00c1N, Jordi. <em>La valoraci\u00f3n racional de la prueba. <\/em>Madrid: Marcial Pons, 2007<\/p>\n<p>GOMES, M\u00e1rcio Schlee. <em>A prova indici\u00e1ria no crime de homic\u00eddio. <\/em>Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2016<\/p>\n<p>G\u00d3MEZ COLOMER, Juan-Luis e outros. <em>Introducci\u00f3n al proceso penal federal de los Estados Unidos de Norteam\u00e9rica. <\/em>Valencia: Tirant lo Blanch, 2013<\/p>\n<p>LIMA, Marcellus Polastri. <em>A chamada verdade real: sua evolu\u00e7\u00e3o e o convencimento judicial in Verdade e Prova no Processo Penal<\/em>. Coord. Fl\u00e1vio Cardoso Pereira. Bras\u00edlia: Gazeta Jur\u00eddica, 2016<\/p>\n<p>MITTERMAIER, Carl J. A. <em>Tratado de la prueba en materia criminal. <\/em>Madrid: Reus, 1979<\/p>\n<p>NIEVA FENOLL, Jordi. <em>La duda en el proceso penal. <\/em>Madrid: Marcial Pons, 2013<\/p>\n<p>REIS, Andr\u00e9 Wagner Melga\u00e7o. <em>Desmistificando alguns dogmas do processo penal (verdade real, certeza absoluta e in dubio pro reo). Em defesa de um novo paradigma: a probabilidade e o standard <\/em><em>de prova para condena\u00e7\u00e3o no processo penal (standard beyond a reasonable doubt \u2013 al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel), <\/em>no prelo.<\/p>\n<p>REIS, Andr\u00e9 Wagner Melga\u00e7o. <em>O standard de prova para condena\u00e7\u00e3o no processo penal: prova al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel (proof beyond a reasonable doubt)\u201d, <\/em>no prelo.<\/p>\n<p>ROXIN, Claus. <em>Derecho Procesal Penal<\/em>. Buenos Aires: Editores del Puerto, 2000<\/p>\n<p>VOLK, Klaus. <em>Curso fundamental de Derecho Procesal Penal. <\/em>Buenos Aires: Hammurabi, 2016<\/p>\n<p>VOLK, Klaus. <em>La verdad sobre la verdad y otros estudios. <\/em>Buenos Aires: Ad-Hoc, 2007<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oriundo do Direito Anglo-Sax\u00e3o, o \u00a0de prova beyond a reasonable doubt (al\u00e9m da d\u00favida razo\u00e1vel) constitui o crit\u00e9rio atualmente mais aceito, no \u00e2mbito do processo penal, para se proferir um julgamento justo (fair trial). Al\u00e9m do mais, tal standard conduz \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o mais l\u00facida e adequada do princ\u00edpio in dubio pro reo. 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